Compare um valor entre meses e veja a diferença entre inflação acumulada e poder de compra.
Valor em reais no mês inicial.
IPCA: preços ao consumidor, IBGE. IGP-M: índice geral de preços, FGV.
O mês inicial é incluído inteiro na conta. Valores em reais a partir de julho de 1994.
O mês final também entra na conta. Só são usados índices já publicados.
De zero a cem anos. Frações devem completar meses inteiros; 1,5 ano corresponde a 18 meses.
Inflação média que você espera por ano. Aceita zero ou valor negativo (deflação).
⏳ Consultando os índices do período. Você pode alterar os campos para cancelar.
| Período | Variação mensal | Acumulado | Valor equivalente | Poder de compra sem reajuste |
|---|
Histórico: produto de (1 + taxa mensal ÷ 100), incluindo os meses inicial e final. Um único mês aplica uma taxa. Não há soma simples de percentuais, descarte de deflação ou preenchimento de lacunas com zero. IPCA: série 433. IGP-M: série 28655, indicada pelo BCB para correção monetária.
Projeção: (1 + taxa anual ÷ 100)^(meses ÷ 12). Valor equivalente = valor × fator; poder de compra sem reajuste = valor ÷ fator. O fator conserva a precisão durante a conta; valores monetários são exibidos em centavos. Limites: R$ 100 milhões de entrada, 1.200 meses e R$ 1 trilhão por valor calculado.
Os dados são consultados em blocos de até dez anos, com cache no servidor e data de consulta identificada. Nenhuma projeção substitui índice não divulgado. A conta não inclui juros, multas, custos ou regras específicas de contratos.
Selecione o texto e use o comando Copiar do navegador.
Quanto um valor de outra época representaria no mês que você escolheu? A calculadora IPCA e IGP-M aplica as variações mensais do índice e apresenta o valor equivalente, a diferença de correção e o poder de compra. Você pode escolher os dois meses e conferir cada etapa na tabela.
Para olhar adiante, mude para Projeção e informe uma taxa anual hipotética. O resultado separa duas perguntas: quanto seria necessário para acompanhar os preços e quanto compraria o mesmo valor se ficasse sem reajuste. Comece com um valor do seu orçamento e compare períodos ou hipóteses.
O IPCA é calculado pelo IBGE e acompanha a variação de preços de produtos e serviços consumidos pelas famílias abrangidas pela pesquisa. Nesta página, ele é consultado pela série 433 do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central. O resultado é uma referência agregada de preços, não o retrato exato das compras de uma pessoa.
Para relacionar a conta ao orçamento cotidiano, leia inflação e poder de compra. Ao comparar gastos, mantenha atenção ao período e aos itens que você acompanha. Uma despesa pode subir mais ou menos que o índice geral.
O IGP-M faz parte da família de Índices Gerais de Preços da FGV. Sua composição reúne IPA, IPC e INCC, com preços ligados ao produtor, ao consumidor e à construção. Essa abrangência ajuda a entender por que o IGP-M não precisa acompanhar o IPCA mês a mês.
A correção desta ferramenta usa a série 28655 do BCB, indicada para essa finalidade na metodologia da Calculadora do Cidadão. A memória identifica o código e a data da consulta. Se você está conferindo outro cálculo, compare a fonte utilizada e os meses incluídos antes de atribuir uma diferença ao arredondamento final.
Para cada mês, transforme a taxa em fator: 1 + taxa ÷ 100. Multiplique todos os fatores do período. Depois, multiplique o valor original pelo produto encontrado. Em linguagem de fórmula, valor corrigido = valor inicial × fator do primeiro mês × fator do segundo mês × os demais fatores até o mês final.
Se o período tiver apenas um mês, há um único fator. Se tiver meses com variação zero, eles entram como fator um. Variações negativas também participam da multiplicação. Assim, uma sequência com altas e quedas pode terminar com um acumulado positivo, negativo ou próximo de zero.
O valor equivalente responde quanto seria necessário para acompanhar a mudança dos preços. Já o poder de compra sem reajuste responde quanto o mesmo número de reais representa na referência inicial. São duas leituras do mesmo fator, usando multiplicação na primeira e divisão na segunda.
| Variação hipotética de preços | Valor equivalente | R$ 100 em preços iniciais |
|---|---|---|
| Alta de 10% | R$ 110,00 | R$ 90,91 |
| Alta de 100% | R$ 200,00 | R$ 50,00 |
| Queda de 10% | R$ 90,00 | R$ 111,11 |
No segundo exemplo, os preços dobraram, mas a perda de poder de compra foi de metade. Essa distinção evita ler a inflação acumulada como se fosse o percentual de dinheiro que desapareceu da conta. O valor nominal permanece; muda o que ele representa em preços.
Na aba Projeção, o fator é (1 + taxa anual) elevado ao prazo em anos. Uma taxa de 5% entra como 0,05. Para meses intermediários, a conta usa a fração correspondente do ano. Você pode informar um ano e meio como 1,5 ano, desde que a duração resulte em meses completos.
Compare duas taxas mantendo o valor e o prazo iguais para perceber a sensibilidade do cenário. Depois, mantenha a taxa e altere o tempo. Anote as hipóteses ao guardar o resultado: um número sem o período e a taxa não explica a projeção que você fez.
Confira o índice, os dois meses e a inclusão dos extremos. Um intervalo com um mês a mais usa outra sequência de fatores. Também observe se a comparação mostra valor equivalente, percentual de alta dos preços ou poder de compra: cada medida responde a uma pergunta diferente.
A tabela conserva as variações usadas e o acumulado de cada etapa. Se faltar uma divulgação, ajuste o período apenas se isso fizer sentido para a sua consulta. A projeção é uma alternativa para explorar hipóteses futuras, sem preencher as lacunas do histórico com uma previsão.