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Calculadora de juros compostos com aporte mensal

Planeje seus depósitos, acompanhe os juros e veja como o saldo muda com o tempo.

💰 Aportes mensais🔄 Taxa mensal ou anual🔒 Sem cadastro
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Capital que já está aplicado no início, separado do aporte mensal.

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Valor fixo depositado em cada mês. Informe zero se não houver novos depósitos.

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No início, o depósito rende naquele mês; no fim, passa a render no seguinte.

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Taxa efetiva do investimento, antes do IR. Ela fica constante durante todo o prazo.

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A taxa anual é convertida em mensal pela conta composta, e não dividida por 12.

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Em meses ou anos. Frações de ano precisam fechar meses inteiros: 1,5 ano = 18 meses.

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A projeção usa meses completos. Um ano corresponde a doze meses.

Planeje os depósitos e acompanhe a evolução

Simulador de juros compostos: aporte, taxa e tempo

Veja quanto um capital inicial e depósitos mensais podem render com a taxa que você informar. Esta calculadora de juros compostos com aporte mensal separa o dinheiro investido do ganho e mostra o caminho até o saldo final. Você pode trabalhar em meses ou anos e escolher quando cada depósito entra.

Comece com um valor que represente seu planejamento. Depois, altere uma variável por vez: o aporte, a taxa ou o prazo. Na aba Com IR e inflação, acrescente essas hipóteses para comparar saldo bruto, líquido estimado e poder de compra, sem misturar os três valores.

Entenda melhor

A fórmula dos juros compostos com aportes

Sem depósitos adicionais, a fórmula é M = C × (1 + i)ⁿ. C representa o capital inicial, i é a taxa mensal em forma decimal e n é o número de meses. A cada período, o saldo anterior participa da conta seguinte. Uma taxa de 1% entra na fórmula como 0,01.

Para um aporte A no fim de cada mês, soma-se A × [((1 + i)ⁿ − 1) ÷ i]. Se o aporte entrar no início, essa parcela dos depósitos é multiplicada também por (1 + i). Quando i é zero, a divisão é substituída pela soma simples C + A × n. O capital inicial não é duplicado como primeiro aporte.

Início ou fim do mês: compare o mesmo cenário

O depósito antecipado participa de um mês a mais de juros que o depósito no fim. Isso aumenta o resultado quando a taxa é positiva; com taxa negativa, o sentido da diferença muda. A comparação usa as mesmas hipóteses para os dois momentos e destaca qual delas você selecionou.

Exemplos com R$ 1.000 iniciais, aporte de R$ 100 e prazo de 12 meses
Taxa mensalMomentoInvestidoSaldo bruto
0%Início ou fimR$ 2.200,00R$ 2.200,00
1%Fim do mêsR$ 2.200,00R$ 2.395,08
1%Início do mêsR$ 2.200,00R$ 2.407,76

Os números são exemplos matemáticos sem IR ou inflação. Você pode reproduzi-los e depois usar suas próprias hipóteses. Para conferir a convenção, a metodologia de depósitos regulares do Banco Central considera o depósito no início de cada período.

Calculadora de rendimento: bruto, líquido e inflação

O saldo bruto é o valor acumulado antes do desconto informado. Para estimar o líquido, a ferramenta calcula o ganho positivo e aplica a alíquota que você preencheu. Em cada linha da tabela, o IR representa uma hipótese de encerramento naquele mês, não uma cobrança repetida durante a simulação.

O poder de compra usa o líquido e o fator da inflação: valor corrigido = líquido ÷ (1 + inflação anual) elevado ao número de anos. Todos os depósitos continuam fixos em reais. Essa leitura responde quanto o saldo final compraria na referência inicial de preços; ela não presume reajuste dos aportes.

Escolha um aporte que caiba no planejamento

Antes de transformar a projeção em um compromisso mensal, olhe para as despesas e para os objetivos que precisam de dinheiro disponível. Para organizar essa parte, veja quanto guardar de reserva de emergência. Depois, use valores de aporte compatíveis com o orçamento que você está montando.

Compare cenários que você consegue interpretar: mantenha a taxa e mude o aporte; em seguida, mantenha o aporte e mude o prazo. Anote as hipóteses junto do resultado. Um saldo maior pode ter vindo de mais dinheiro depositado, de um prazo maior ou de uma taxa diferente, e cada mudança conta uma história distinta.

Erros comuns ao usar um simulador de juros compostos

Uma taxa anual efetiva não vira mensal por divisão simples. Também é importante conferir se você está comparando valores brutos ou líquidos e se os depósitos entram no mesmo momento. Usar uma taxa líquida no campo de rendimento e descontar novamente o IR repete o desconto.

Outro cuidado é comparar o saldo corrigido pela inflação com o total de depósitos nominais: eles têm referências de preços diferentes. Para entender a composição, observe primeiro capital, aportes e ganho bruto. Depois, leia o líquido e seu poder de compra como duas maneiras de apresentar o saldo final do cenário.

Como usar

  1. Informe o capital inicial e o aporte mensal, inclusive zero se não houver depósito.
  2. Escolha início ou fim do mês e a unidade da taxa efetiva.
  3. Defina o prazo; na segunda aba, preencha também IR estimado e inflação anual.
  4. Calcule e confira os cards, a comparação dos aportes e a tabela de evolução.

Como interpretar

  • Total investido reúne capital inicial e todos os depósitos do prazo.
  • Ganho bruto é a diferença entre saldo bruto e total investido; pode ser negativo.
  • Líquido estimado desconta o IR informado sobre ganho positivo no encerramento.
  • Poder de compra inicial expressa o líquido na referência de preços do começo do prazo.
Seus valores: a conta é feita no seu navegador e nada fica salvo. Para guardar uma simulação, copie o resumo ou baixe o PDF ou a planilha.

Limitações

  • Taxa e aporte constantes, meses completos e reinvestimento integral dos juros; não projeta variações de mercado.
  • IR simplificado com alíquota única informada sobre ganho positivo no fim. Não apura a regra de cada produto, o prazo de cada lote, IOF, come-cotas ou custos.
  • O aporte é fixo em reais nominais, sem reajuste automático pela inflação. O valor corrigido não é uma taxa interna de retorno dos depósitos.
  • Cenário educativo, sem recomendação de produto ou promessa de rentabilidade. As taxas preenchidas são hipóteses, não cotações atuais.

🤔 Dúvidas Frequentes

O que são juros compostos?
São juros calculados sobre um saldo que inclui os juros anteriores. Sem novos depósitos, R$ 1.000 a 1% ao mês passam a R$ 1.010 no primeiro mês e R$ 1.020,10 no segundo. O segundo rendimento é de R$ 10,10 porque sua base já contém o rendimento do primeiro mês.
Como calcular juros compostos com aporte mensal?
Informe capital inicial, depósito mensal, taxa e prazo. Para aportes no fim do mês, a fórmula é M = C × (1 + i)ⁿ + A × [((1 + i)ⁿ − 1) ÷ i]. A taxa i precisa ser mensal e n é o número de meses. Para taxa zero, basta somar capital e depósitos.
O aporte entra no início ou no fim do mês?
Você escolhe. No início, o depósito participa dos juros daquele mês; no fim, começa a render no mês seguinte. O padrão desta calculadora é início do mês, como na metodologia de depósitos regulares do Banco Central. O resultado também mostra o outro momento com os mesmos valores, taxa e prazo.
Como converter uma taxa anual em mensal?
Para uma taxa efetiva anual, use i mensal = (1 + i anual) elevado a 1/12, menos 1. Não basta dividir por doze. Por exemplo, 12% ao ano equivalem a aproximadamente 0,94887929% ao mês. No sentido inverso, 1% ao mês corresponde a aproximadamente 12,68250301% ao ano.
Quanto rendem R$ 1.000 por mês em dez anos?
Num exemplo hipotético sem capital inicial, com 120 aportes de R$ 1.000 no fim do mês, taxa constante de 0,8% ao mês e sem descontos, o saldo é R$ 200.217,47. Desse total, R$ 120.000 são depósitos. A 1% ao mês, seriam R$ 230.038,69. São exemplos com taxa constante; na prática, o rendimento varia.
Esta ferramenta serve como calculadora de rendimento?
Sim, para projetar uma taxa constante que você informar, com ou sem depósitos mensais. O saldo bruto, o total investido e o ganho ficam separados. No modo Com IR e inflação, você acrescenta uma alíquota estimada e uma inflação anual para ver também o líquido e seu poder de compra.
Como o imposto de renda é estimado?
Você informa uma alíquota única, aplicada no encerramento somente se o saldo bruto superar o total investido. A ferramenta não escolhe uma faixa legal, nem calcula tributação individual por depósito, IOF, come-cotas ou custos do produto. O campo começa em zero: preencha a alíquota do investimento que você quer simular.
Como a inflação muda o resultado?
O líquido estimado é dividido pelo fator de inflação acumulado no mesmo prazo. Assim, o valor aparece em poder de compra do início da simulação. Com R$ 1.100 líquidos ao fim de um ano e inflação de 10%, o equivalente inicial é R$ 1.000. Não compare diretamente esse valor corrigido com depósitos feitos em datas diferentes.
Posso usar taxa zero, negativa ou inflação negativa?
Sim. Taxa zero soma apenas o capital e os depósitos. Taxa negativa pode deixar o saldo abaixo do total investido; nesse caso, não há IR estimado sobre ganho. Inflação negativa representa deflação na hipótese escolhida.
Posso informar meses ou uma fração de ano?
Sim, desde que o prazo resulte em meses inteiros. Um ano e meio pode ser informado como 1,5 ano ou 18 meses. Um prazo de zero mês devolve apenas o capital inicial, sem aporte ou juros. A simulação trabalha com meses completos, não com dias úteis ou datas de calendário.
Por que há diferença de centavos em outra calculadora?
Confira primeiro o momento do aporte, a conversão da taxa e o prazo. Aqui o saldo conserva as casas decimais durante os meses e é exibido em centavos. Uma conta que arredonda a cada mês pode terminar diferente. A memória registra as hipóteses e a tabela permite conferir a evolução.
O que é incluído nos arquivos e onde ficam meus dados?
Copiar e PDF trazem as hipóteses e o resumo; o PDF inclui os fechamentos anuais e o último mês. A planilha contém também todos os meses da projeção. O cálculo é feito no seu navegador e os valores não são enviados.